terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Degrowth?

“Since there is no way to increase the capacity of the environment to bear the [economic and population] burdens placed on it, it follows that the adjustment must come entirely from the other side of the equation. And since the disequilibrium has already reached dangerous proportions, it also follows that what is essential for success is a reversal, not merely a slowing down, of the underlying trends of the last few centuries.”

Paul Sweezy


As economias capitalistas necessitam incessantemente de aumentar a sua produção para estarem saudáveis. Caso isso não aconteça as consequências para as populações, no modelo existente, geralmente são o aumento do desemprego e da pobreza das classes mais desfavorecidas. Ora, se realmente só temos este planeta e se os recursos que existem nele são limitados, se a regeneração de materiais que consumimos e destruímos não for eficaz, esses recursos vão acabar. As consequências disso são por ventura o que aconteceu na Ilha da Páscoa, pondo a hipótese que todo o planeta é a Ilha da Páscoa.
Este raciocínio tem imensas variáveis e algumas falhas, mas a ideia é que realmente se chegarmos aos 9 Mil Milhões em 2050 alguém vai ter de consumir menos. A lógica do capital vive de mão dada com a lógica do crescimento. Algo irá colapsar. Este texto de John Bellamy Foster expande algumas destas ideias.


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